A premissa é simples e genial: em vez de vilões de colantes, a Waller usa monstros reais. A ideia de que eles podem infiltrar países hostis sob o pretexto de serem "ameaças sobrenaturais" é um ótimo gancho narrativo que justifica a existência da equipe desde o primeiro minuto.
Sem estragar muitos detalhes, o episódio termina com uma missão que sai drasticamente errado (ou certo, dependendo do ponto de vista). A carnificina final é um balde de água fria para quem esperava uma vitória fácil. Deixa claro que, assim como no Esquadrão Suicida, . Essa tensão é o que mantém o público grudado na tela.

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